A globalização da economia e a conscientização da sociedade estão forçando, atualmente, as empresas a adotarem uma postura responsável perante o meio ambiente, isto é, a produzir sem agressão à natureza. Para isto, elas estão implantando um Sistema de Gestão Ambiental de acordo com as normas da série ISO 14000. Fazer este gerenciamento exige a aplicação de um considerável montante de recursos financeiros, cujo controle deve ser uma constante preocupação. Entende-se que a contabilidade é uma das ferramentas mais eficientes e eficazes para este processo. Observa-se, no entanto, que poucas empresas, no Brasil, utilizam a contabilidade na sua gestão ambiental. Portanto, o principal objetivo da realização deste estudo é verificar qual o grau de desenvolvimento da Contabilidade Ambiental nas empresas brasileiras. Após uma revisão bibliográfica sobre o tema, foi elaborada uma pesquisa de campo, que consistiu no envio de um questionário aos departamentos de contabilidade de indústrias potencialmente poluidoras. A amostra compreendeu 50 das empresas listadas no guia "As 500 maiores empresas do Brasil", edição 2000, da revista Exame, cujo faturamento, em 2000, ultrapassou US$ 50 bilhões.
Retirado: Revista Contabilidade e Finanças
CONTABILIDADE AMBIENTAL: UM ESTUDO SOBRE SUA APLICABILIDADE EM EMPRESAS BRASILEIRAS
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
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Eduardo Santos
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Aumenta a sobrevida das Micro e Pequenas Empresas
Estudo foi encomendado pelo Sebrae e realizado pelo instituto Vox Populi. Segundo pesquisa, cresceu número de empregados com carteira assinada.
Pesquisa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) revela que 78% das empresas de micro e pequeno porte abertas no Brasil entre 2003 e 2005 continuam em funcionamento.
O resultado é melhor do que o índice verificado no entre 2000 e 2002, que foi de 50,6%. O estudo Taxa de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas foi encomendado pelo Sebrae e realizado pelo instituto Vox Populi. Na opinião do presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, o empreendedor de pequeno negócio apresenta "boa escolaridade, busca o conhecimento e a informação para tocar sua empresa".
"A pequena empresa tem evoluído na contratação com carteira de trabalho assinada, confirmando a força empregadora dos negócios de pequeno porte", disse Okamotto, acrescentando que houve ainda a elevação do grau de escolaridade dos proprietários das empresas ativas. De acordo com o levantamento, no período de 2003 a 2005, houve aumento crescente do número de empregados com carteira assinada entre as empresas ativas.
Entre os anos de 2003 e de 2004, o indicador se manteve estável na faixa de 64%. Já em 2005 foi registrado um avanço e o número de brasileiros com carteira assinada saltou para 85%.
Fonte: G1 em 02/10/2007
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Contabilistas - Cobre pelos seus serviços
Júlio César Zanluca
Já fui sócio de escritório de contabilidade, e sei o quanto é difícil valorizar, junto à clientela, o leque de serviços oferecidos, e cobrar adequadamente os honorários a que faz jus.
Conversando com vários contabilistas, e somando à minha própria experiência como empreendedor contábil, cheguei a uma conclusão: quem não cobrar adequadamente pelos serviços prestados, estará fadado à mediocridade financeira e qualitativa de seu escritório.
Seu cliente pediu serviços extras, de preenchimento de cadastro bancário? – fixe o preço, antecipadamente, com base na tarefa ou no tempo despendido.
Cliente passou de lucro presumido para lucro real? Reavalie a extensão dos serviços acessórios, e não tenha receio de adequar os honorários à realidade!
Cobre por registro de funcionário. Para cada funcionário extra, uma taxa (realista, avaliada em planilha) deve ser cobrada. A empresa fez 10 rescisões este mês? Cobre taxa por rescisão!
Mas, diria você: “todos meus clientes vão fugir de mim...!”. Ledo engano, salvo se seus serviços forem ruins mesmo ou se seus preços forem exagerados. Para fixação de preços, estabeleça um critério técnico (utilize, como sugestão, a “planilha de honorários contábeis”).
Qualidade a preço justo é o que o contabilista precisa oferecer a seus clientes. Se um cliente seu não quer qualidade... é porque não merece ser seu cliente (a não ser que você também não faça questão de qualidade em seus serviços...).
A lógica é a seguinte: se você não cobrar por seus serviços, acabará tendo um escritório com pouco ou nenhum lucro. Obviamente, isto levará a você a tentar aumentar o leque de clientes, para gerar mais receita. Aumentando o leque de clientes, você terá que investir mais, em equipamentos, programas, treinamento, espaço físico, mobiliário, etc... elevando, de novo, seus custos!
E o ciclo continua, até que, estafado de tanto trabalhar e de ser mal remunerado, você perde a qualidade de trabalho e põe fora seu capital. Aí, só resta vender seu escritório, por uma bagatela, para o primeiro corajoso que se dispor a enfrentar a situação...
Pare de ter receio de cobrar pelos seus serviços! Comece a avaliar, criteriosamente, quais os custos e as receitas correspondentes, por clientes.
Exemplos:
Um cliente que tem 1.000 lançamentos contábeis mensais deve ter um honorário proporcional maior que outro cliente, com apenas 150 lançamentos contábeis mensais.
Um cliente que tem 50 funcionários, e alta rotatividade de pessoal (admissões e demissões) deve ser cobrado por movimento e manutenção de pessoal. Já um cliente que tenha 1 ou 2 funcionários, cobre a taxa mínima para administração trabalhista.
Uma empresa que tenha 500 notas fiscais de entrada e saída mensais, tenha substituição tributária do ICMS para todos os estados, e apure IPI, deve ter honorários bem calculados, para não ser subsidiado por outro cliente, microempresa, que tenha somente 10 notas por mês e que apure seus tributos pelo Simples.
Determinada empresa tem 10 contas bancárias, enquanto outro apenas uma. O custo para conciliar 10 contas é 10 vezes mais que conciliar uma (considerando-se uma movimentação bancária normal). Você ponderou isto na formação de seus honorários para ambas empresas?
Questão de justiça, para você e para seus clientes!
Retirado: http://www.portaldecontabilidade.com.br/
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GoEar - Tribo de Jah - Babilonia em Chamas
sexta-feira, 27 de julho de 2007
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domingo, 11 de março de 2007
A História da Contabilidade.
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Eduardo Santos
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Demonstrações Contábeis.
quinta-feira, 8 de março de 2007
Balanço Patrimonial
É uma demonstração contábil que tem por objetivo mostrar a situação financeira e patrimonial de uma entidade numa determinada data, representando, portanto, uma posição estática da mesma. O Balanço apresenta os Ativos (bens e direitos) e Passivos (exigibilidades e obrigações) e o Patrimônio Líquido, que é resultante da diferença entre o total de ativos e passivos.
Demonstração do Resultado do Exercício – DRE
Destina-se a evidenciar a formação de resultado líquido do exercício, diante do confronto das receitas, custos e despesas apuradas segundo o regime de competência, a DRE oferece uma síntese financeira dos resultados operacionais de uma empresa em certo período. Embora sejam elaboradas anualmente para fins de divulgação, em geral são feitas mensalmente pela administração e trimestralmente para fins fiscais.sasas
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) e de Lucros ou Prejuízos Acumulados
No Brasil a Lei das Sociedades por Ações aceita uma ou outra, sendo que a primeira é a mais completa e uma de suas colunas é a dos Lucros ou Prejuízos acumulados. Ela evidencia a mutação do Patrimônio Líquido em termos globais (novas integralizações de capital, resultado do exercício, ajustes de exercícios anteriores, dividendos, reavaliações, etc.) e em termos de mutações internas (no caso de ,m,m,.m.m.prejuízo incorporações de reservas ao capital, no caso de lucro transferências de lucros acumulados para reservas etc.)
Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos – DOAR
Procura evidenciar as origens de recursos que ampliam a folga financeira de curto prazo (ou o capital circulante líquido, numa linguagem mais técnica) e as aplicações de recursos que consomem essa folga. Há uma tendência para se substituir essa demonstração pelo fluxo de caixa ou completá-la até converter-se em um fluxo puro de disponibilidades, porém isto ainda não está previsto pela legislação brasileira.
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Eduardo Santos
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